A matriz energética brasileira passa por uma de suas maiores transformações. Com a ascensão das fontes renováveis intermitentes, como garantir a segurança e a confiabilidade do sistema elétrico nacional, mantendo a energia acessível e limpa para todos?
Para aprofundar este debate crucial, o Podcast Conexões SEEL recebe, em seu novo episódio, uma das maiores especialistas do setor. Alessandra Torres, cofundadora da Associação Brasileira de PCHs e CGHs (ABRAPCH), se junta a Eduardo Lapa, da SEEL Engenharia, para uma análise estratégica sobre o futuro da geração hidrelétrica no país.
Descubra por que a energia hidrelétrica é a espinha dorsal da nossa segurança energética e como as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) são peças-chave para o desenvolvimento sustentável, a confiabilidade do sistema e a mitigação dos impactos climáticos.
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Aperte o play e confira a conversa na íntegra.
Ou assista aos principais pontos abordados separadamente:
Matriz Energética: Os desafios do Brasil com as fontes renováveis
Alessandra Torres analisa a transição do Brasil para uma matriz de fontes variáveis, os desafios de confiabilidade e o “vertimento turbinável”, um desperdício de energia firme que poucos conhecem.
Descubra os benefícios estratégicos das Pequenas Centrais Hidrelétricas: vida útil centenária, indústria 100% nacional, desenvolvimento regional e serviços ambientais essenciais para os nossos rios.
Uma análise sobre a importância do Leilão A-5 como um passo crucial do governo para garantir energia firme, atrair bilhões em investimentos e destravar o potencial hidrelétrico do país.
Cada PCH é uma “obra de alfaiate”. Entenda por que a engenharia de alta qualidade e uma construção robusta são fundamentais para garantir a eficiência, a longevidade e a viabilidade de cada projeto.
Um mergulho no tema do armazenamento de energia. Saiba como as usinas reversíveis podem dobrar a capacidade do Brasil, garantindo confiabilidade e segurança para todo o sistema elétrico.
Uma reflexão sobre o papel insubstituível dos reservatórios para mitigar eventos climáticos extremos, como enchentes e secas, e por que reservar água é criar disponibilidade hídrica para o futuro.